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    • Companhia foi duramente atingida pela retração da demanda na pandemia. A companhia aérea Azul encerrou 2020 com prejuízo líquido de R$ 10,83 bilhões, valor mais de quatro vezes maior que o prejuízo de R$ 2,4 bilhões registrado em 2019, segundo as demonstrações financeiras enviadas nesta quinta-feira (4) à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Demanda total por voos da Azul em janeiro cai 31% Avião da companhia aérea azul Sergio Moraes/Reuters É o pior resultado da aérea, que foi duramente atingida pela retração da demanda na pandemia. A receita, na mesma base de comparação, caiu 50%, de R$ 11,4 milhões para R$ 5,74 bilhões, a menor desde 2013. Em um release de resultados também divulgado nesta quarta, a companhia traz dados diferentes para o ano. A receita, segundo ela, foi de R$ 5,79 bilhões, e o prejuízo líquido, de R$ 10,17 bilhões. A Azul diz ainda que, em termos ajustados, o prejuízo líquido anual seria de R$ 4,6 bilhões. Em nota de rodapé, a administração da companhia diz que o resultado foi “ajustado por eventos não recorrentes, principalmente devido à pandemia”, num total de R$ 143,2 milhões de perda no quarto trimestre, R$ 62,5 milhões de ganho em 2020, R$ 3,2 bilhões de perda no 4° trimestre de 2019 e em 2019. A empresa diz também que os resultados financeiros foram ajustados por despesas com debêntures conversíveis e que o prejuízo foi ajustado “por ganhos e perdas com marcação a mercado e variação cambial, visto que não há impacto caixa”.

    • Aumento do faturamento foi de 48% contra o ano anterior, segundo dados da consultoria especializada BDSA. Estados Unidos e Canadá foram os principais mercados, onde a venda legal é mais desenvolvida. Folhas de cannabis, usadas para produzir maconha, fotografadas em 19 de novembro durante protesto em frente ao Senado do México Carlos Jasso/Reuters O mercado mundial de cannabis legal atingiu um patamar de vendas de US$ 21,3 bilhões em 2020, um aumento de 48% em relação ao ano anterior. Os dados são da consultoria especializadas BDSA. Os resultados no ano da pandemia do coronavírus surpreenderam os especialistas. Em 2019, as vendas de maconha legal acumularam faturamento de US$ 14,4 bilhões. Com o crescimento visto em 2020, a BDSA agora estima uma taxa média de crescimento para o mercado da ordem de 17% ao ano, o que levaria o faturamento aos US$ 55,9 bilhões em cinco anos. Canabidiol: Ministério da Saúde abre consulta pública sobre inclusão de substância no SUS “A indústria da cannabis enfrentou vários desafios nos últimos anos, nenhum tão potencialmente disruptivo quanto a pandemia de coronavírus em 2020. Nossa previsão anterior era conservadora com base nas consequências econômicas esperadas da pandemia, mas a indústria não apenas sobreviveu, ela prosperou e a cannabis legal ganhou terreno considerável”, disse Micah Tapman, CEO da BDSA, em nota. Mercados onde a cannabis legal tem alguma tradição colheram aumentos mais vigorosos. Nos Estados Unidos, maior mercado do setor, as vendas chegaram a US$ 17,5 bilhões, aumento de 46% em relação ao ano anterior. Destaques foram o estado do Oregon, que cresceu 39%, e Colorado, 26%. O Canadá teve crescimento de 61% em 2020, para mais de US$ 2,6 bilhões. O país foi beneficiado por nova regras governamentais que liberaram também a venda de produtos derivados, como comestíveis à base de cannabis. Todo o restante do mercado mundial contribuiu com apenas US$ 1,1 bilhão. A expectativa da consultoria é que esse segmento chegue a US$ 8,6 bilhões em cinco anos. Por que o setor de maconha não é a próxima GameStop "Os mercados médicos e de uso adulto lançados em 2019 e 2020 contribuíram com US$ 1,6 bilhão em gastos em 2020: US$ 422 milhões em médicos e quase US $ 1,2 bilhão em adultos. Cinco novos mercados dos EUA legalizaram a cannabis medicinal ou para uso adulto durante as eleições de 2020: Arizona, Mississippi, New Jersey, Montana e South Dakota", diz nota da BDSA. Segundo a consultoria, os dados refletem as previsões legais do mercado de cannabis. As previsões de mercado de CBD (derivados de maconha ou cânhamo) são medidos à parte. Anvisa nega pesquisa com cannabis à Unicamp
    • Dados constam no boletim regional do Banco Central. Nesta quarta-feira (3), IBGE informou que o PIB brasileiro registrou tombo de 4,1% em 2020. O nível de atividade econômica registrou alta nas regiões Norte e Centro-Oeste em 2020, em meio à pandemia do coronavírus. A informação foi divulgada pelo Banco Central (BC) nesta quinta-feira (4) por meio do boletim regional. Nesta quarta-feira (3), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou um tombo de 4,1% em 2020, maior queda desde o início da série histórica atual do IBGE, iniciada em 1996. Os números do boletim regional do Banco Central têm por base o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) da instituição, considerado uma "prévia" do resultado do PIB. O indicador incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos. Diferentemente do PIB, ele não considera o lado da demanda (investimentos, consumo do governo, gastos das famílias e setor externo, por exemplo). Por regiões De acordo com dados do BC, a região Norte teve expansão de 0,4% no nível de atividade no ano passado, estimulada principalmente pelo desempenho do comércio – "cujos resultados foram superiores aos das demais regiões". De acordo com a instituição, isso é resultado, em parte, do aumento da renda das famílias, favorecido pela concessão do auxílio emergencial, que atingiu 57% dos domicílios da região em novembro de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) COVID-19 do IBGE. "Adicionalmente, a agricultura, com alta de 5,2% na produção de grãos, e a construção civil, que totalizou geração de 9,3 mil vagas de emprego formal, impulsionaram o resultado. A indústria apresentou comportamento distinto entre os ramos: a extrativa assinalou modesta expansão, enquanto a transformação foi bastante afetada pela crise sanitária", diz o boletim. Na região Centro-Oeste, ainda segundo o Banco Central, o desempenho da atividade econômica, que se deve em grande parte à produção de alimentos, avançou 0,2% em 2020, repercutindo a combinação de uma safra recorde de grãos e as cotações das "commodities" (produtos básicos com cotação internacional, como minério, petróleo e alimentos), principalmente, soja e carnes, que impulsionaram as vendas externas. "A produção agrícola registrou elevação nas colheitas dos três principais grãos (soja, milho e algodão) e houve crescimento na fabricação de alimentos", informou, acrescentando que o crescimento da atividade na região, em 2020, também foi favorecido pelas "altas no varejo e nos serviços de transporte", diz o documento. Já na região Sudeste, que teve contração de 1,3% na atividade econômica no ano passado, o BC avaliou que a estrutura produtiva diversificada permitiu que as atividades mais impactadas pela crise tivessem seus resultados compensados, em parte, pela evolução favorável de outras. "No setor de serviços, o segmento de atendimento às famílias permaneceu deprimido. No entanto, os serviços financeiros, fortemente concentrados na região, tiveram alta significativa, refletindo a maior demanda das empresas por recursos, face à redução dos fluxos de caixa, e o acesso às linhas especialmente criadas para combate aos efeitos econômicos da pandemia", informou o boletim. Ainda no Sudeste, de acordo com a análise da instituição, a menor produção de veículos na indústria se contrapôs à ampliação em alimentos, produtos químicos, farmoquímicos, de limpeza e higiene pessoal. Por fim, a construção civil, embora tenha recuado no ano, apresentou crescimento no quarto trimestre, em relação ao anterior. Na região Nordeste, apesar do desempenho agrícola, houve queda de 2,1% na atividade econômica em 2020. Segundo o BC, o menor ritmo da economia "decorreu sobretudo das adversidades dos serviços de maior interação entre as pessoas, que têm maior peso na região". "Essas adversidades impactaram o mercado de trabalho, com efeitos sobre o comércio, cujo volume acumulou queda – no conceito restrito (exclusive comércio automotivo e de material de construção), a região foi a única a reduzir as vendas em 2020. Como fator de mitigação, o Nordeste foi beneficiado pela concessão do auxílio emergencial, que atingiu 55,3% dos domicílios da região em novembro de acordo com a PNAD COVID 19", acrescentou. A região Sul apresentou tombo de 2,1% na atividade no ano passado com a queda na produção de grãos, motivada pelas quebras das safras de verão no RS (soja e milho), o que não contribuiu para atenuar os efeitos da pandemia. "No indicador geral, indústria e comércio recuaram, porém com resultados díspares entre os segmentos. A produção industrial registrou recuo em veículos, vestuário e calçados, e destacou, positivamente, a indústria de alimentos, máquinas, aparelhos e materiais elétricos, produtos de metal, refino de petróleo e celulose", informou o BC. No comércio, acrescentou a instituição, o padrão observado na região Sul foi similar ao das demais regiões, com destaque para a alta nas vendas de produtos alimentícios. "A construção civil, condicionada pelos resultados de Santa Cataria e Paraná, com redução do estoque de imóveis residenciais, apresentou crescimento no ano", concluiu. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

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