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COTAÇÕES FINANCEIRAS

Notícias Financeiras

    • Proposta foi fixada em até R$ 32,4 milhões, mesmo limite que no exercício anterior. O conselho de administração da Petrobras decidiu não reajustar a remuneração de seus executivos entre abril deste ano e março de 2020. A informação foi divulgada pela estatal em comunicado nesta segunda-feira (25). A proposta deve ser submetida à aprovação dos acionistas, em reunião marcada para 25 de abril. Segundo a nota, a proposta do montante global dos administradores da companhia foi fixada em até R$ 32,4 milhões, o que se traduz em nenhum aumento para seus diretores executivos e conselheiros. A soma da remuneração do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal da Petrobras foi de R$ 18,5 milhões em 2017, segundo o formulário enviado pela companhia à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), informou o “Valor”.

    • Operações envolvem a compra pela Taesa de fatias nas transmissoras Empresa de Transmissão do Alto Uruguai (ETAU) e Brasnorte. A elétrica Taesa e o grupo de infraestrutura J. Malucelli tiveram aval sem restrições do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para aquisição de ativos da estatal Eletrobras, segundo despacho do órgão de defesa da concorrência no Diário Oficial da União desta segunda-feira (25). Leilão da Eletrobras tem 11 dos 18 lotes arrematados e arrecada R$ 1,3 bilhão As operações envolvem a compra pela Taesa de fatias nas transmissoras Empresa de Transmissão do Alto Uruguai (ETAU) e Brasnorte, nos quais já era sócia, enquanto a J. Malucelli ampliará a participação em ativos de geração eólica no Rio Grande do Norte --Rei dos Ventos, Brasventos Eolo e Brasventos Miassaba. Representantes da Taesa, que arrematou o maior número de lotes do leilão da Eletrobras. Taís Laporta/G1 Os três negócios foram fechados em setembro do ano passado, em leilão realizado pela Eletrobras para vender fatias em ativos de geração eólica e de transmissão, em meio a um plano de desinvestimentos que visava redução de dívidas. Com as transações, a Taesa aumentará a fatia na Brasnorte de 38,6% para 88,37%. Na ETAU, a participação da transmissora irá para 75,6%, de 52,5% anteriormente. Já a J. Malucelli ficará com 100% dos ativos eólicos no Rio Grande do Norte, que somam 187 megawatts em capacidade instalada, ante 51% anteriormente.
    • Déficit em transações correntes somou US$ 7,67 bilhões nos dois primeiros meses deste ano. Investimentos estrangeiros diretos totalizaram US$ 14,26 bilhões. A conta de transações correntes registrou um déficit de US$ 7,678 bilhões no primeiro bimestre, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central. Com isso, houve pequena melhora nas contas externas frente ao mesmo período de 2018, quando foi registrado um rombo de US$ 8,335 bilhões. O déficit foi 7,88% menor na parcial deste ano. A conta de transações correntes é formada pela balança comercial (comércio de produtos entre o Brasil e outros países), pelos serviços (adquiridos por brasileiros no exterior) e pelas rendas (remessas de juros, lucros e dividendos do Brasil para o exterior). Trata-se de um dos principais indicadores do setor externo brasileiro. Somente em fevereiro, de acordo com informações oficiais, o rombo nas contas externas somou US$ 1,134 bilhão, contra US$ 2,043 bilhões no mesmo mês do ano passado. O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, observou que uma economia que cresce mais rápido demanda maior quantidade de insumos importados, tanto de produtos quanto serviços. Com isso, ele não descartou que a melhora nas contas externas esteja relacionada com o ritmo lento de recuperação da economia brasileira. No ano de 2018 fechado, as contas externas registraram um déficit de US$ 14,511 bilhões, com crescimento frente ao ano anterior (-US$ 7,235 bilhões). Para 2019, a expectativa do Banco Central é de nova piora no rombo das contas externas - com um déficit em transações correntes de US$ 35,6 bilhões. Investimento estrangeiro O Banco Central também informou nesta segunda-feira que os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira somaram US$ 14,266 bilhões no primeiro bimestre deste ano, com aumento de 9,10% frente ao mesmo período do ano passado (US$ 13,075 bilhões). Com isso, os investimentos estrangeiros foram suficientes para cobrir o rombo das contas externas no mês passado (US$ 7,678 bilhões). Para 2019, o Banco Central estima um ingresso de US$ 90 bilhões em investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira. Se a previsão se confirmar, os investimentos externos seriam suficientes para "financiar" todo o déficit das contas externas do período – cuja estimativa do BC é de US$ 35,6 bilhões neste ano.

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