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    • Despesas de brasileiros lá fora somaram US$ 1,3 bilhão no mês passado, contra US$ 1,4 bilhão no mesmo período de 2018. Alta do dólar influenciou resultado. Os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 1,302 bilhão em fevereiro deste ano, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central (BC). Com isso, foi registrada uma queda de 7,33% frente ao mesmo período de 2018, quando as despesas lá fora somaram US$ 1,405 bilhões. Também foi o menor valor, para meses de fevereiro, desde 2016 (US$ 841 milhões), ou seja, em três anos. Nos dois primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, as despesas de brasileiros lá fora somaram US$ 2,991 bilhões, contra US$ 3,407 bilhões no mesmo período do ano passado. O recuo, nesse caso, foi de 12,21%. Alta do dólar A queda dos gastos de brasileiros lá fora aconteceu em um momento de alta do dólar. Em janeiro e fevereiro, o dólar médio para venda (com base na Ptax, taxa calculada pelo BC) estava em R$ 3,225. No primeiro bimestre de 2019, por sua vez, o câmbio médio somou R$ 3,734. Com a escalada do dólar, as viagens de brasileiros ao exterior ficam mais caras. Isso porque as passagens e as despesas com hotéis, por exemplo, são cotadas em moeda estrangeira. O papel moeda também fica mais custoso. Além da taxa de câmbio, o nível de atividade, que tem impacto no emprego e na renda do brasileiro, também é outro fator que influencia o nível de gastos no exterior.
    • Na sexta-feira, Ibovespa fechou em queda de 3,10%, aos 93.735 pontos. O principal indicador da bolsa paulista, a B3, abriu em queda nesta segunda-feira (25), com os investidores de olho no cenário político local e na tramitação da reforma da Previdência em meio à crise entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Às 10h28, o Ibovespa recuava 0,12%, aos 93.625 pontos. Veja mais cotações. Entre as maiores queda, BRF e JBS recuavam mais de 1%. Petrobras, Vale e bancos também tinha queda e contribuíam para manter o índice no território negativo. Na sexta-feira, o índice fechou em queda de 3,10%, aos 93.735 pontos – menor patamar de fechamento desde 11 de janeiro (93.658 pontos). Na semana, a bolsa recuou 5,45%. No entanto, ainda acumula alta de 6,65% em 2019.

    • Medida foi tomada após denúncias de consumidores contra um anúncio sobre o patrimônio da funcionária Bettina; empresa declarou não ter sido notificada. O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) abriu uma representação ética na sexta-feira (22) contra anúncios veiculados pela empresa Empiricus Research na internet. A medida foi tomada após um vídeo publicitário ter viralizado na internet. Milionário em pouco tempo? Especialistas recomendam cautela Na peça publicitária, a funcionária da Empiricus Bettina Rudolph, de 19 anos, afirma ter acumulado um patrimônio acima de R$ 1 milhão, após ter começado a investir apenas R$ 1.520,00, três anos antes. Anúncuo da Empiricus sobre patrimônio de R$ 1 milhão de Bettina gerou críticas no Conar. Reprodução Segundo o Conar, "numerosas denúncias de consumidores" motivaram a abertura do processo. As queixas, segundo o órgão, "questionaram a veracidade das afirmações contidas nos vídeos, prometendo sem maiores explicações rentabilidade elevada para investimentos financeiros". A representação foi aberta contra os anúncios "Oi. Meu nome é Bettina...", "Dobre seu salário em tempo recorde", "+251 todos os dias na sua conta", "Receba todo mês R$1823,53 de aluguel", "Milionário com ações" e "O dobro ou nada". O Conar informou que um dos integrantes do conselho de ética está sendo nomeado para relatar o caso, enquanto a Empiricus é formalmente comunicada da abertura da representação, abrindo-se prazo para apresentação de defesa. Em nota, a Empiricus informou não ter sido comunicada da representação e declarou respeitar o Conar, mas não ser associada ao órgão. "A Empiricus lamenta que seu trabalho de educação financeira, que possibilita que os brasileiros aprendam e usufruam de uma ampla diversidade de aplicações que podem aumentar os seus rendimentos, seja alvo de uma representação. A comunicação da empresa replica o modelo amplamente disseminado de publicidade de empresas de publicações financeiras dos Estados Unidos, país onde o acesso a produtos financeiros é democratizado e amplamente desbancarizado", disse em comunicado. Como funciona o Conar As medidas do Conar não têm força de lei e o conselho não tem poder de determinar multas. Mas, em geral, as decisões recomendando alterações ou retirada da propaganda do ar costumam ser sempre atendidas pelos anunciantes e agências de publicidade. O órgão informa que desde a sua fundação, em 1978, já instaurou mais de 9 mil processos éticos, que nunca foi desrespeitado pelos veículos de comunicação e que "nas raras vezes em que foi questionado na Justiça, saiu-se vitorioso". O Conar abre processos a partir de denúncias de consumidores, autoridades, anunciantes, dos seus associados ou ainda formuladas pela própria diretoria. Se a denúncia tiver procedência, o Conselho de Ética do órgão Conar recomenda aos veículos de comunicação a suspensão da exibição da peça ou sugere correções à propaganda. Pode ainda advertir anunciante e agência. Os casos costumam levar mais de um mês para serem julgados. Mas o Conar pode recomendar a sustação imediata nas situações de infração flagrante ao Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária. O Conselho de Ética está dividido em oito Câmara, sediadas em São Paulo, Rio, Brasília, Porto Alegre e Recife e é formado por 180 conselheiros, recrutados entre profissionais de publicidade e representantes da sociedade civil. CVM A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou na quinta-feira (21) que obteve na justiça a suspensão de uma liminar que havia afastado a exigência de credenciamento da Empiricus como analista de valores mobiliários e suspendido a exigibilidade de multas aplicadas contra a empresa. Segundo a decisão, não foi comprado que o conteúdo do material produzido pela Empiricus não se enquadraria na definição de “relatório de análise”, como previsto na Instrução CVM (ICVM) 598. "Como sustentado pela CVM e confirmado pelo TRF3, os relatórios de análise de investimentos elaborados e divulgados ao público são inerentes ao exercício da atividade de analista de valores mobiliários, submetida ao regime regulatório estabelecido pela CVM", informou o órgão. A atividade de analista de valores mobiliários é disciplinada pela CVM e, segundo o órgão regulador, a Empiricus não tem autorização para prestar a atividade.

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