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    • Certame oferece 12 vagas com salários de até R$ 33,6 mil. Ainda não há previsão de publicação do edital. Fachada do TCDF Lucas Nanini/G1 O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) contratou o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) para a organização do concurso da Corte. O certame prevê a abertura de 12 vagas com salários até R$ 33,6 mil. O extrato do contrato foi publicado no Diário Oficial do DF desta quinta-feira (12). Com a seleção da banca, tem início a fase de elaboração dos editais, que será realizada em conjunto com as comissões responsáveis pelo concurso no TCDF. Marinha abre concurso para serviço temporário em Brasília; salário bruto é de R$ 4 mil De acordo com a Corte, no entanto, não há previsão de quando os editais serão divulgados. O concurso oferece as seguintes vagas: 1 procurador do Ministério Público junto ao TCDF, com salário de R$ 33,6 mil 1 de conselheiro-substituto do TCDF, com salário de R$ 33,6 mil 10 de auditor de controle externo, com salário inicial de 16,6 mil Leia outras notícias da região no G1 DF.

    • Itamaraty garante que políticas brasileiras de proteção ao meio ambiente são eficazes e disse que há comprometimento do governo e da sociedade em eliminar o desmatamento ilegal no país. Castanheiras "soltas" em plantação de soja na BR-163 no Pará Marcelo Brandt/G1 Um grupo com 87 empresas europeias pediu, em carta aberta, que o Brasil mantenha políticas de combate ao desmatamento ilegal para que elas mantenham as relações comerciais com produtores brasileiros. O documento - publicado em 3 de dezembro - mostra a preocupação das companhias com o futuro da Moratória da Soja, que proíbe a compra do grão em áreas desmatadas da Amazônia após 2008. Produtores de soja querem fim de acordo que proíbe a compra do grão em áreas desmatadas da Amazônia após 2008 Entre os signatários do pedido que reforça a importância da política de proteção estão a rede francesa Carrefour, a Associação Belga de Alimentos (BFA) e o Consórcio Britânico de Varejo (BRC). A consultora de políticas de sustentabilidade do BRC, Leah Riley Brown, disse nesta quinta-feira (12) ao G1 que o aumento do desmatamento é uma preocupação tanto para empresários como para clientes do Reino Unido. "Nossa intenção com a carta foi mostrar ao governo brasileiro que nós nos preocupamos com o desmatamento e acreditamos que a política aplicada pela Moratória da Soja tem sido efetiva há anos e deve continuar." - Leah Riley Brown, consultora do BRC Carta ao embaixador O G1 teve acesso a outra correspondência, esta assinada exclusivamente pelo BRC e endereçada diretamente ao embaixador brasileiro em Londres, Fred Arruda, que pede explicações sobre as recentes movimentações para o fim da Moratória da Soja. Ministra da Agricultura critica Moratória da Soja, mas diz que discussão cabe ao mercado "Queremos continuar a comprar soja do Brasil, mas se a Moratória da Soja não for mantida, nossos negócios com o país podem estar em risco", disse a carta assinada por uma representante do BRC. "Nós queremos garantias de que o governo brasileiro vai manter a moratória da soja." O grupo de empresas britânicas disse reconhecer os avanços no combate ao desmatamento que o Brasil teve nos últimos dez anos, mas se mostrou preocupado com o aumento recente nas taxas de desmatamento. "Nossos membros estão comprometidos a eliminar o desmatamento das prateleiras e é isso que nossos clientes esperam de nós", disseram. Em resposta, o ministério de Relações Exteriores disse que há um "comprometimento" do governo e da sociedade brasileira em "eliminar o desmatamento ilegal e promover uma rede de abastecimento sustentável." A chancelaria brasileira citou o recente acordo da União Europeia com o Mercosul como uma "expressão clara do compromisso com uma produção responsável" e defendeu o Código Florestal como um mecanismo de proteção da Amazônia. Moratória da Soja No mês passado, produtores de soja do Brasil iniciaram um movimento que busca acabar com a Moratória da Soja na Amazônia, um acordo entre negociadores e indústrias que proíbe a compra do grão de áreas desmatadas na região após 2008. Um grupo de agricultores defende que a Moratória da Soja desrespeita o direito do proprietário de terra de utilizar para a produção de alimentos 20% da área dentro da Amazônia. Por outro lado, empresas exportadoras dizem que a medida pode trazer riscos para as exportações A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, já apresentou críticas sobre a Moratória da Soja, mas disse que essa discussão tem que ser feita pelo mercado. VÍDEOS SOBRE MORATÓRIA DA SOJA Veja abaixo vídeos sobre o tema: ARQUIVO 2014: Moratória da soja é renovada Levantamento sobre a moratória da soja mostra aumento de lavouras na Amazônia Tereza Cristina afirma que países podem ajudar, mas não interferir na soberania do Brasil

    • Interessados devem ter idade mínima de 16 anos e podem se inscrever na Escola de Artes 'Augusto Boal' até 10 de janeiro de 2020. Hortolândia oferece vagas para cursos profissionalizantes gratuitos de dança e teatro Anderson Zotesso Hortolândia (SP) está com inscrições abertas para 400 vagas em cursos profissionalizantes gratuitos nas formações culturais de teatro e dança. Os interessados devem ter a idade mínima de 16 anos e podem se inscrever na Escola de Artes “Augusto Boal” até 10 de janeiro de 2020. Para participar, é necessário estar cursando ou já ter concluído o ensino médio. Em caso de menores de idade, a inscrição precisa ser realizada com o responsável. Os interessados devem apresentar cópias do RG, comprovante de residência, atestado de escolaridade e uma foto 3X4. Eles também precisam ser aprovados no processo seletivo aplicado pelos arte-educadores. As aulas serão ministradas a partir de 17 de fevereiro, de segunda a sexta-feira, das 19h às 22h30, na Escola de Artes. Os cursos possuem duração mínima de quatro semestres, com carga horária de 1.160 horas. Serviço Inscrições para 400 vagas em cursos de teatro e dança Quando: até 10 de janeiro de 2020 Onde: Escola de Artes “Augusto Boal” - Rua Casemiro de Abreu, s/nº, Jardim Amanda Quanto: gratuito Veja mais notícias da região no G1 Campinas

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