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    • Apple, Amazon, Facebook, Google e Microsoft confirmaram que trechos de gravações foram checados por humanos. Saiba como desabilitar a 'escuta'. Pequenos trechos de falas gravadas são checados por humanos para ajustar tecnologia de reconhecimento de voz. Altieres Rohr/Especial para o G1 Trechos de gravações de áudio de usuários de produtos da Apple, da Amazon, do Facebook, do Google e da Microsoft foram enviados a colaboradores terceirizados dessas empresas para checagem de conteúdo e aprimoramento da tecnologia. A prática não era secreta, mas pessoas que fizeram esse trabalho de revisão relataram à imprensa que, em muitos casos, as gravações incluíam conversas sensíveis. Por que essa interferência humana é necessária? O reconhecimento de fala hoje depende de "machine learning" ou "aprendizagem de máquina". Esse tipo de "inteligência artificial" é obtido quando um programa é treinado a partir de exemplos que relacionam um problema — um áudio a ser reconhecido, por exemplo — com a sua solução, nesse caso a transcrição correta do áudio. Como o software precisa ser treinado, são humanos que fazem a "calibragem", indicando onde o programa acerta e onde ele erra. Isso é feito para que a inteligência por trás dos assistentes de voz consiga entender as nuances da fala humana. O Google, em uma publicação oficial sobre o caso, disse que essa revisão humana é "crítica para o processo de construção das tecnologias de reconhecimento de fala". Um dos erros possíveis no reconhecimento de fala é a "falsa ativação". Ela ocorre quando a inteligência reconhece indevidamente a frase de acionamento (como "Ei Google" ou "E aí Siri). Como o acionamento inicia uma gravação, trechos de conversas particulares podem acabar caindo nos servidores dessas empresas e, se algum deles for escolhido para avaliação, será ouvido pelos colaboradores. Prática suspensa na maioria das empresas As revelações levaram à suspensão temporária das checagens humanas na Apple e na Amazon. O Facebook declarou que a operação já estava suspensa há um mês. A Microsoft optou por modificar sua política de privacidade e esclarecer o que é feito com as gravações, enquanto o Google iniciou uma reavaliação do procedimento — mas só na Europa, onde as leis sobre privacidade são mais duras. Privacidade x negócios: o desafio das gigantes de tecnologia Como desabilitar as gravações? Você pode optar por não permitir que essas empresas guardem gravações de áudio ou desabilitar o processamento do áudio. No entanto, essa decisão pode prejudicar certas funções ou até desabilitar recursos. Os detalhes variam em cada serviço. Veja como fazer: Apple A Apple suspendeu a revisão humana de comandos de voz da Siri e prometeu lançar uma atualização para que usuários possam optar em participar ou não do programa de aprimoramento da tecnologia. Enquanto essa opção não for lançada, a única solução é desativar a assistente Siri por completo. Essa opção está disponível em Ajustes > Geral > Siri. Google Acesse o painel de configurações da sua Conta Google Dados e personalização Desative "Atividade de voz e áudio" Desativando a atividade de áudio na Conta Google. Reprodução Facebook A transcrição de áudio do Facebook está atrelada às mensagens de voz enviadas no Messenger. O recurso não parece estar disponível no Brasil para a transcrição sob demanda (que converte uma mensagem de áudio específica em texto), nem para a automática (que transcreve automaticamente todos os áudios recebidos). Como não conta com assistente pessoal, o Facebook usa essas informações para treinar a inteligência artificial que faz checagem de vídeos e lives em busca de conteúdo irregular. Se alguma dessas opções for utilizada, os áudios podem ser analisados pelo sistema do Facebook e checados por humanos. As orientações oficiais do Facebook para desativar a transcrição de fala são as seguintes: Abra uma conversa no Messenger. Toque nos nomes exibidos na parte superior. No menu Detalhes do bate-papo, toque ao lado de Voz para texto automática para ativar ou desativar o recurso Voz para texto apenas nesse bate-papo. Confira outras orientações aqui. Desativando o reconhecimento de fala online no Windows 10. Reprodução Microsoft A Microsoft é a única que não anunciou uma suspensão do programa de revisão humana das gravações de voz. É possível visualizar a atividade de voz que foi coletada pela Microsoft na sua conta. Para não fazer parte desse programa, é necessário desativar o reconhecimento de voz da Cortana. No Windows 10, acesse "Configurações" (ícone da engrenagem no menu Iniciar) Clique na opção "Privacidade" No menu à esquerda, selecione "Controle por voz" Desative o "Reconhecimento de fala online" Trechos de conversas de voz feitas pelo recurso Tradutor do Skype também estão sujeitas a serem ouvidas. Se o recurso Tradutor não for acionado, nenhum trecho da conversa será ouvida por terceiros. Amazon O reconhecimento de voz da Amazon é utilizado pela assistente Alexa, que ainda não está disponível no Brasil. Quem utiliza a Alexa pode checar as opções de privacidade no site da Amazon e desligar a autorização para ajudar a Amazon a aprimorar seus serviços. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

    • Imea diz que até o final de julho, cerca de 87% da safra 2018/2019 havia sido comercializados. Preço médico para a saca foi de R$ 65. Apesar de colhida há mais de 90 dias, produtores aguardam bons preços para comercializar soja Reprodução/TVCA Agricultores de Mato Grosso se preparam para o plantio da safra de soja, que deve começar a partir do dia 15 de setembro. Entretanto, alguns ainda guardam um percentual da produção passada à espera de melhores preços para comercialização. Este é o caso do produtor Jaime Demarchi, de Sinop, a 503 km de Cuiabá, que ainda tem 40% da produção anterior estocados à espera de preços melhores. No ano passado, ele consegui vender a saca a R$ 72. Porém, este ano, os preços caíram. Na venda mais recente, ele conseguiu R$ 66 por saca. Na ocasião, ele comercializou 10 mil sacas. “É um risco o que estou fazendo. Anos atrás, tentei fazer o mesmo e deu certo. Então creio que até o final do ano, o preço da soja suba um pouco mais”, comentou ele.




 A mesma estratégia foi adotada por um armazém, em Sorriso, a 420 km da capital. A última negociação ocorreu há poucos dias, quando os contratos foram fechados a R$ 70. No local, ainda estão estocadas quase 25 mil sacas de grãos. Grãos estão estocados em armazéns à espera de valorização Reprodução/TVCA “Recebemos em torno de 210 mil toneladas de soja na safra passada. Hoje temos estocadas cerca de 40 mil toneladas. Na semana passada teve uma alta devido ao preço do dólar, então vendemos 15 mil toneladas. Ainda restam 10% do volume total que estamos aguardando para vender”, comentou Anderson Oro, diretor do armazém. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), até o final de julho, cerca de 87% da safra 2018/2019 havia sido comercializados. Preço médico para a saca foi de R$ 65. Com relação à próxima safra, cerca de 65% da produção estadual foram comercializados até o final do mês passado. Até o final de julho, cerca de 87% da produção haviam sido comercializados em Mato Grosso Reprodução/TVCA Segundo o negociador de grãos, Wilson Marques de Araújo, para os produtores que tem necessidade de vender a safra com mais urgência, o momento atual é uma boa opção, já que o mercado futuro é incerto, principalmente por causa das disputas econômicas entre outros países. “A China tenta induzir uma situação para chegar a um acordo após as eleições de 2020. Se isso se arrastar até lá, o cenário fica mais complicado. Então a orientação nesse momento é aproveitar o momento, se houver necessidade de caixa”, explicou.
    • O subsecretário-geral do órgão, João Paulo Ramos Fachada Martins da Silva, será substituído pelo auditor José Assis Ferraz Neto. Troca ocorre em meio a insatisfação de auditores da Receita. Receita Federal anuncia substituição do número 2 do órgão A Receita Federal anunciou na tarde desta segunda-feira (19), por meio de nota, a saída de João Paulo Ramos Fachada Martins da Silva do cargo de subsecretário-geral do órgão. Ele será substituído pelo auditor fiscal José de Assis Ferraz Neto, que, de acordo com a Receita, atua na área de fiscalização da Delegacia da Receita Federal em Recife. "O secretário Especial da Receita Federal, Marcos Cintra, agradece o empenho e a dedicação de João Paulo Ramos Fachada Martins no período em que desempenhou suas atribuições no cargo de subsecretário-geral", diz a nota. A demissão do atual subsecretário-geral, considerado o número dois na hierarquia da Receita Federal, ocorre em meio a uma insatisfação de auditores devido a uma suposta interferência política do presidente Jair Bolsonaro dentro do órgão. Nos últimos dias, Bolsonaro deu indicações de que faria mudanças em postos estratégicos tanto na Receita quanto na Polícia Federal. De acordo com o colunista do G1 Gerson Camarotti, o secretário da Receita, Marcos Cintra, foi alertado de que se o presidente insistisse em mudanças em cargos estratégicos do órgão no Rio de Janeiro, haveria entrega em massa dos cargos de comando. Isso ocorreu após o auditor José Alex Nóbrega de Oliveira, que comanda há um ano e meio a alfândega do Porto de Itaguaí, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, ter publicado uma mensagem que apontava uma possível interferência política na Receita Federal. Na noite desta segunda, questionado sobre o assunto, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro não teve participação na troca no cargo. "O presidente conversou com o ministro Paulo Guedes (Economia), mas atribui a responsabilidade pela condução e gestão das equipes de cada um dos órgãos aos respectivos responsáveis. O presidente confia no desempenho e na avaliação de cada dos seus subordinados na avaliação das equipes que transformam e trabalham no entorno de cada um deles", disse. Leia a nota da Receita sobre a troca na Subsecretaria-Geral: Nota à imprensa A Receita Federal do Brasil informa que encaminhará a substituição do Subsecretário-Geral do órgão, João Paulo Ramos Fachada Martins da Silva. O novo titular será o Auditor-Fiscal, José de Assis Ferraz Neto, que atualmente está em exercício na área de fiscalização da Delegacia da Receita Federal em Recife-PE. O Secretário Especial da Receita Federal, Marcos Cintra, agradece o empenho e a dedicação de João Paulo Ramos Fachada Martins no período em que desempenhou suas atribuições no cargo de Subsecretário-Geral.

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