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    • De acordo com agências de notícias do Japão, autoridades afirmam Ghosn declarou ganhos incondizentes às autoridades por pelo menos 5 anos. Carlos Ghosn, comandante da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, durante a feira de tecnologia CES, em Las Vegas, em janeiro Steve Marcus/Reuters Carlos Ghosn, o presidente do conselho da Nissan preso nesta segunda-feira (19), é acusado de sonegação e fraude fiscal. Mas o que e quanto exatamente Ghosn teria escondido das autoridades japonesas? De acordo com as agências de notícias japonesas Kyodo e Jiji, Ghosn não declarou mais de 5 bilhões de ienes de seu pagamento como presidente na montadora. Esse valor equivale a R$ 167,4 milhões. As fraudes fiscais ocorreram durante um período de 5 anos, entre 2010 e 2015, de acordo com a agência Kyodo. Nesse período, segundo a agência Jiji, o executivo recebeu quase 10 bilhões de ienes (R$ 334 milhões). O salário anual de Ghosn, de acordo com relatórios financeiros da Nissan, foi de 1,1 bilhão de ienes entre 2016 e 2017, um valor equivalente a R$ 36,8 milhões. Segundo a nota divulgada pela Nissan, baseada em denúncias, a montadora já estava conduzindo uma auditoria interna e investigando há meses os problemas de conduta envolvendo Ghosn e outro diretor da empresa, Greg Kelly. A montadora também afirmou que Ghosn teria usado ativos da empresa para fins pessoais. Autoridades afirmam que Ghosn pode ter violado o Ato de Instrumentos Financeiros e Trocas do Japão. Ele pode ter que pagar 10 milhões de ienes (R$ 334 mil) em multa e cumprir até 10 anos de prisão, se for julgado culpado. “Tanto Ghosn quanto Kelly estavam divulgando ganhos na bolsa de Tóquio muito menores do que os valores reais, e isso era feito para reduzir o montante que Ghosn deveria declarar como compensação”, escreveu a Nissan em nota. No ano passado, a compensação do executivo foi de 735 milhões de ienes, o que dá R$ 24,6 milhões. Em 2017 ele também recebeu uma compensação de 227 milhões de ienes da Mitsubishi (R$ 7,75 milhões), além de um salário de 7,4 milhões de euros na Renault (R$ 31,9 milhões). Em uma entrevista ao jornal britânico “Financial Times” ele defendeu o alto nível de pagamento que recebia. “O pagamento recebe mais escrutínio hoje do que no passado. Eu passo muito por isso… E há muitas questões sobre o que você está fazendo pela sociedade”, disse. “Mas isso não quer dizer menos demanda por performance. Executivos ainda precisam entregar a cartilha — crescimento, lucro, fluxo de caixa”. Conheça a trajetória de Carlos Ghosn O executivo ficou conhecido por ser um raro nome ocidental a liderar uma empresa japonesa e também por um voraz corte de gastos enquanto chefiava a Nissan. Suas medidas ajudaram a empresa a superar uma crise e se tornar uma das maiores e mais sólidas montadores de carros do mundo, disputando a primeira posição com a alemã Volkswagen.
    • Resultado foi divulgado nesta segunda (19) pelo Ministério da Indústria e Comércio Exterior. No acumulado do ano, saldo positivo atingiu marca de US$ 52,19 bilhões. O Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC) informou nesta segunda-feira (19) que a balança comercial registrou superávit de US$ 4,562 bilhões na parcial de novembro (até o dia 18). Segundo o governo federal, as exportações no período somaram US$ 12,233 bilhões (alta de 46,7% na comparação com o mesmo período do ano passado) e as importações, US$ 7,671 bilhões (alta de 16,7%). Comparado a novembro de 2017, houve aumento nas exportações de produtos básicos (+54,8%), de produtos manufaturados (+56,3%), e também de produtos semimanufaturados (+20,2%). Do lado das importações, cresceram as compras de adubos e fertilizantes (+69,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (+23,0%), combustíveis e lubrificantes (+20,1%), veículos automóveis e partes (+18,1%) e equipamentos eletroeletrônicos (+7,6%). Acumulado do ano Já no ano de 2018, até este domingo (18), o governo federal informou que o saldo da balança ficou posiivo, com mais vendas externas que compras do exterior, em US$ 52,198 bilhões. O resultado é 14,4% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando o saldo positivo da balança foi de US$ 60,951 bilhões. No acumulado deste ano, de acordo com o MDIC, as exportações somaram US$ 211,313 bilhões, com média diária de US$ 960 milhões (alta de 9,3% sobre o mesmo período do ano passado). As importações, por sua vez, totalizaram US$ 159,115 bilhões, ou US$ 723 milhões por dia útil (aumento de 20,1% em relação ao mesmo período de 2017). Ano de 2017 e previsões No ano passado, a balança comercial registrou saldo positivo de US$ 67 bilhões, o melhor resultado desde 1989. A expectativa do mercado financeiro para este ano é de piora. A previsão dos analistas é de superávit de US$ 57 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior. Enquanto o MDIC prevê saldo positivo de US$ 50 bilhões, o Banco Central prevê superávit de US$ 55,3 bilhões para este ano.

    • Economista defende a privatização da empresa e de outras estatais. Roberto Castello Branco, indicado para presidir a Petrobras Divulgação/FGV Ex-membro do conselho administrativo da Petrobras, o economista Roberto Castello Branco deve voltar à empresa como presidente no ano que vem, por indicação do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). A informação foi confirmada pela assessoria do futuro ministro responsável pela economia, Paulo Guedes, nessa segunda-feira. Guedes, que é amigo de Castello Branco, recomendou a indicação a Bolsonaro e sua assessoria disse que o convite foi aceito. Crítico à intervenção do Estado na economica, Castello Branco é defensor da privatização não só da Petrobras, mas de outras empresas estatais. Em junho deste ano, após a demissão de Pedro Parente da presidência da petroleira durante a greve dos caminhoneiros, Castello Branco escreveu um artigo no jornal Folha de S.Paulo defendendo que "é inaceitável manter centenas de bilhões de dólares alocados a empresas estatais em atividades que podem ser desempenhadas pela iniciativa privada." O economista se tornou como membro do conselho administrativo da Petrobras em 2015, por indicação da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), mas ficou pouco tempo, saindo em 2016. Atualmente, Castello Branco é diretor do Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da FGV (Fundação Getúlio Vargas), onde tem doutorado. Seu pós-doutorado foi feito na Universidade de Chicago, nos EUA, entre 1977 e 1978, com apoio de bolsa do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Economista liberal A universidade é muito conhecida por ser um dos berços do neoliberalismo – a escola de Chicago, vertente de pensamento econômico neoliberal, foi disseminada por alguns professores da instituição e embasou a política econômica de administrações como a de Margaret Thatcher na Inglaterra, a de Ronald Reagan nos Estados Unidos e a da ditadura de Augusto Pinochet, no Chile. Castello Branco foi professor da FGV e depois presidente executivo do grupo educacional Ibmec (1981 e 1984). Ele e Paulo Guedes são amigos desde essa época, já que o futuro ministro da economia, que também fez pós-gradução em Chicago, foi um dos fundadores da instituição de ensino. Depois disso, em 1985, Castello Branco atuou no Banco Central durante o governo de José Sarney. Foi diretor de diversas instituições financeiras nos anos seguintes, até assumir o cargo de economista-chefe da Vale do Rio Doce (atual Vale), em 1999, empresa onde ficou por 15 anos. Também participou do Conselho Diretor de várias entidades de classe ligadas ao mercado de capitais, mineração, comércio internacional e investimento direto estrangeiro. Castello Branco fez críticas à política econômica do governo para óleo e petróleo quando ainda era membro do conselho consultivo da Petrobras. Em 2015, disse à agência Reuters que as regras nacionais favorecem a formação de carteis. Na mesma entrevista, ele criticou a política de exploração do pré-sal. Mais recentemente, no mesmo artigo da Folha de S.Paulo em que defende a privatização da Petrobras, Castello Branco também afirma que "precisamos de várias empresas privadas competindo nos mercados de combustíveis", embora reconheça que "a principal fonte de diferenciação de preços (do diesel) entre países são impostos e subsídios". No mesmo artigo, ele também criticou o "desenvolvimentismo do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento", dizendo que ele gerou um "excesso de oferta de fretes rodoviários", que, segundo ele, foi o fator gerador da grave dos caminhoneiros. O atual presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, deve continuar no cargo até a nomeação formal do novo presidente. Ele chegou a ser cotado para continuar no cargo no ano que vem, mas decidiu recusar.

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