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    • Veja os valores da vaca leiteira por município. Dados são da Emater. Cabixi tem melhor preço da vaca leiteira Reuters/Christinne Muschi A vaca leiteira chegou a ser vendida por R$ 3,2 mil em alguns municípios de Rondônia, segundo cotação divulgada nesta semana pela Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater). A pesquisa foi feita entre 17 e 21 de junho. Segundo a Emater, os preços da pequisa referem-se ao preço pago ao produtor rural. Cabixi, no Cone Sul, é o município com melhor preço da vaca leiteira na hora da venda. Na cidade, cada animal foi comercializada a R$ 3,2 mil. Veja o preço da vaca leiteira nos municípios de RO Na mesma cotação, a Emater levantou o preço da novilha de aptidão leiteira. Em média, os valores vão de R$ 1,3 mil a R$ 2,5 mil. O município de Guajará-Mirim tem o pior preço entre os municípios pesquisados: R$ 1,3 mil por cada cabeça de novilha. Veja o preço das novilhas de aptidão leiteira
    • Com 74 anos de atuação, companhia gaúcha possui 11 indústrias, 148 lojas próprias e 86 lojas franqueadas. Empresa não descarta venda de ativos ou de parte do negócio. O grupo gaúcho Paquetá The Shoe Company ingressou com um processo de recuperação judicial na última segunda-feira (24) na comarca de Sapiranga, Região Metropolitana de Porto Alegre, onde fica localizada a principal sede da empresa. A companhia do setor calçadista acumula uma dívida de R$ 638,5 milhões. Com 74 anos de atuação, o grupo possui 11 indústrias, no Rio Grande do Sul, na Bahia e no Ceará, 148 lojas próprias e 86 lojas franqueadas. O faturamento é superior a R$ 1,3 bilhão. De acordo com o advogado Márcio Louzada Carpena, porta-voz da operação, além de buscar uma solução para as dificuldades financeiras da companhia, o objetivo da medida é permitir que o grupo seja capitalizado e receba investimentos para crescer rapidamente nos próximos anos. "Estamos propondo uma medida legal que visa ao pagamento de alguns credores", explica Carpena. "É um processo cuja atividade do juiz é mais administrativa, a negociação é entre os devedores e os credores", acrescenta. Até a próxima semana, o juiz deve acolher ou rejeitar o pedido do grupo. Caso seja acolhido, a companhia tem 60 dias para apresentar um plano de reestruturação. "Se os credores aceitarem, o juiz homologa e está finalizada a recuperação, o que não é comum. Se tiver um credor que não concorde com ele, que ache que o prazo está longo, ou que a taxa de juros não está adequada, ele pode apresentar objeção e abre-se prazo para convocação de uma assembleia geral de credores. É uma grande reunião, onde os credores negociam com o devedor qual é o plano que deveria ser proposto", detalha Carpena. Demissões A companhia conta com 10.250 funcionários. Em 2018, foram feitas 600 demissões, conforme o advogado, que há 10 meses acompanha a situação do grupo. "A gente fez um processo de enxugamento porque algumas unidades foram fechadas", justifica Carpena. Segundo o porta-voz da operação, não há previsão de novas demissões em nenhuma das unidades, mas sim, de um cenário de estabilidade e crescimento a partir da homologação da recuperação judicial. O grupo não descarta, no entanto, a venda de ativos ou de parte do negócio, como a rede de varejo da Paquetá no Nordeste, por exemplo. "Estamos olhando para frente e queremos o crescimento da companhia, o que pode se dar por meio da venda, permuta ou algum outro tipo de negociação dos ativos", adianta o advogado. O que é a recuperação judicial? A recuperação judicial serve para que uma empresa em dificuldade financeira possa superar a crise. É um processo pelo qual a companhia endividada consegue um prazo para continuar operando enquanto negocia com seus credores, sob mediação da Justiça. A recuperação judicial foi instituída no Brasil em 2005 pela lei 11.101, que substituiu a antiga Lei das Concordatas, de 1945. A diferença entre as duas é que, na recuperação judicial, é exigido que a empresa apresente um plano de reestruturação, que precisa ser aprovado pelos credores. Na concordata, era concedido alongamento de prazo ou perdão das dívidas sem a participação dos credores. Quem pode pedir recuperação judicial? Empresas privadas de qualquer porte e com mais de dois anos de operação podem recorrer à recuperação judicial. Porém, a lei não vale para estatais e empresas de capital misto, e nem para cooperativas de crédito e planos de saúde. Também não podem pedir recuperação judicial as empresas que já tenham feito outro pedido há menos de cinco anos e as comandadas por empresários que já foram condenados por crime falimentar (relacionados a processos de falência).
    • Ex-presidente do banco de desenvolvimento prestou depoimento nesta quarta (26) à comissão de inquérito que investiga supostas irregularidades na instituição. Levy pediu demissão no dia 16. O ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Joaquim Levy afirmou nesta quarta-feira (26) que não há nada o que esconder na instituição de fomento. Levy prestou depoimento, como testemunha, na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara que investiga supostas práticas ilícitas no BNDES. Levy pediu demissão do banco no dia 16 após o presidente Jair Bolsonaro declarar publicamente que estava insatisfeito com a atuação do economista no comando do banco. Uma das queixas do presidente era a suposta leniência de Levy em divulgar o que ele classifica de "caixa preta" do BNDES. "Não temos nada o que esconder no BNDES. Tem inúmeras comissões de apuração interna. Temos respondido a todas as perguntas. Contratamos uma investigação independente a pedido de nossos auditores externos", declarou Levy aos integrantes da CPI do BNDES, complementando que o banco de desenvolvimento está aberto "a todas as instâncias de controle". "O sentido mais preciso da caixa preta é aquele artefato que registra o que aconteceu com qualquer veículo. Acho que o BNDES tem a história registrada. Se houve acidente ou não, aí varia da apreciação de cada um. Hoje em dia, o BNDES tem um grau de transparência que poucas instituições tem", disse o economista. Questionado pelos deputados sobre se poderia ser acusado de não abrir a caixa preta do banco, Levy respondeu que se esforçou para comunicar o que se passa dentro da instituição. "Acho que fiz esforços de comunicar tudo o que acontece dentro do BNDES e diria que que hoje o BNDES não tem o que esconder." 'Emagrecimento' Em sua fala inicial, Levy fez um retrospecto do que chamou de inchaço do BNDES entre os anos de 2009 e 2014 e o posterior "emagrecimento". "Sem dúvida nenhuma, o BNDES hoje é muito mais magrinho do que era no passado", enfatizou. O economista disse ainda que ao chegar ao BNDES, no início deste ano, "encontrou um BNDES fundamentalmente diferente". "Um BNDES mais transparente. Um BNDES que está falando com os órgãos reguladores, mas, principalmente, um BNDES que não tem mais subsídios", ponderou Levy, referindo-se à lei aprovada pelo Congresso Nacional que aproximou a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) da taxa Selic. Demissão Levy pede demissão da presidência do BNDES; Guedes ainda não anunciou substituto Ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy pediu demissão um dia após Bolsonaro afirmar a jornalistas, em uma entrevista coletiva, que o então presidente do BNDES estava com a "cabeça a prêmio" porque havia desobedecido a ordem de demitir o recém nomeado diretor de Mercado de Capitais do banco, Marcos Barbosa Pinto. Na ocasião, o presidente também afirmou que se Barbosa não fosse demitido, ele próprio demitiria Levy. Marcos Pinto, a quem Bolsonaro se referiu, foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES entre 2006 e 2007. Fiocca era considerado um homem de confiança do então ministro da Fazenda, Guido Mantega. Diante da repercussão do caso, Marcos Pinto tomou a iniciativa de pedir demissão da diretoria do BNDES no mesmo dia em que Bolsonaro cobrou a saída dele do banco. No dia seguinte, o próprio Levy enviou uma carta ao ministro da Economia, Paulo Guedes, pedindo demissão. Com a saída de Joaquim Levy, Paulo Guedes escolheu o engenheiro e economista Gustavo Henrique Moreira Montezano para presidir o BNDES. Montezano era o secretário especial adjunto de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia. Gustavo Montezano é escolhido para substituir Joaquim Levy na presidência do BNDES

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